Que vontade, que vontade que me dá,
De sair a pular e a gritar,
É um desejo muito insano que não tem como explicar,
Sair sem rumo certo sem ter hora pra voltar,
Perder-me pelo caminho para depois eu me encontrar,
Correndo atordoado como um cão a farejar,
Sem razão, mas com sentido, ter alguém com quem brincar,
E voltar aos velhos tempos sem problemas a contar,
Sem ter ódio livre e solto só com gente para amar,
São heranças de criança que vontade de chorar!
Bruno Souza

Nada melhor do que a infância, onde a única "preocupação" era de arrumar tudo depois de brincar. Maravilhoso, adorei! (:
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