Perco-me em meio a corredores gelados e longos,
Vazios e com sons estranhos, risos, conversas embaralhadas,
Confuso e com medo,
Caminho entre e ao meio de sombras,
Vultos ao meu lado fazem com que minha imaginação se
expanda,
Tudo parece um sonho, uma coisa surreal,
Milhões de perguntas na cabeça, muitas sem resposta,
Pareço sobre o efeito de álcool ou algum tipo de droga,
O que parece ser loucura, pra mim é um sonho,
Que quando eu acordar,
A tontura e a imagem ofuscada se definirão e andarão em
ritmo normal.
Bruno Souza

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