terça-feira, 4 de setembro de 2012

Solidão



Por uns instantes faço uma viagem,
Em um horizonte desconhecido...
Gentes, gestos, sorrisos, vozes,
Tudo para mim desconhecido,
Em um instante momento, penso:
“O que eu estou fazendo aqui?”
A resposta me vem numa fração de segundos:
Mais uma vez perdido... E só.
Ninguém que eu conheça, ou que eu possa falar.
Na verdade, não tinha ninguém, e eu? Nada a falar.
Perdi as palavras no caminho dessa viagem,
E não sei voltar para resgatá-las.
 Este poema dedico aos meus amigos, e eles sabem que são eles no momento em que ler.
 Bruno Souza

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