segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Condoída insensatez



A minha insensatez não me deixa pensar tranquilamente...
À noite na cama não me deixa descansar em paz,
Algo equivalente ao meu ser indigno de pensar.
Às vezes tenho a sensata impressão que estou desligado do mundo,
Ao voltar ao sentido percebo que essa condoída insensatez,
Condiz com meu estado emocional,
Que por eiras e beiras vai mal.
Meu cérebro trabalha noite e dia para tentar entender o porquê.
O fluxo de perguntas na minha cabeça,
É alto de mais para o real fluxo de respostas.
O que fazer para deixar de me condoer?
Não há nada a fazer, porque...
 O problema sou eu.
 Bruno Souza

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