Pensar, pensar e pensar, pra que? Você anda na linha o ano, o mês,
o dia todo, sua recompensa? Uma armadilha, uma emboscada, ei, ei...
E ai a raiva toma conta, até mesmo pelo fato de não estar entendendo nada,
nada... Nada... Nada... Incompreensível, hã... ignorante, abominável,
arrogante... Tantas coisas surgem nessas horas, me saio a explodir, gritar, xingar... Depois de liberar toda essa energia negativa, que se guarda dentro de mim, vem o
silêncio... “Pensatividade” (pensar gradativamente, consequentemente,
seguidamente... Que dá continuidade ao que se está pensando.), incomplexidade. E aí, o que vai ser? Seguir ou desistir? Nunca, nunca desista.
“Ninguém desiste, ninguém
vai desistir, ninguém nunca desistiu!”
Desistir é uma mera, fraca,
boba e sem sentido nenhum, “ideia-abandono”. É um enfraquecimento mental, espiritual,
sentimental, por isso, digamos que, “a desistência é fruto da imaginação, é uma
alucinação.” É quando o cérebro, bloqueia a capacidade, e desbloqueia a incapacidade... E quando se perde a capacidade, o que aparece? Temos que ter coragem e firmeza, a
vontade de desafiar, a perseverança, positividade do que se está fazendo, e o mais
importante: “A certeza de um futuro melhor”.
Bruno Souza

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