sábado, 21 de janeiro de 2017

Aos poucos..


"Aos poucos eu vou entendendo tudo sobre a vida, sobre viver, sobre sentir...
Aos poucos tudo vai fazendo sentido, coisas que antes eu não entendia e eram revoltantes pela falta de maturidade e compreensão e que hoje são vistas como características de cada ser...
coisas que machucavam ao ser lembradas, mas que hoje misturando passado e presente, as peças automaticamente se encaixam e tornam o sofrimento de antes, em uma descoberta incrível e que da acalanto a alma e ao coração."

sexta-feira, 10 de julho de 2015

Dia do bem


Hoje o dia veio vibrante
Com tanta gente do bem
Isso chega a ser arrepiante
Ouvi versos apaixonados
Cantigas de violão dos tempos passados
Não vi ninguém se lamentando
Nem tão pouco chorando
Foi um dia como a tempos eu não via
Mas que pena que esse dia era eu quem escrevia
Podíamos nós fazer valer

E por em pratica esse dia!
Bruno Souza

quinta-feira, 9 de julho de 2015

E no final da história...


Eu quero apenas a luz do infinito
Que me deixe em paz em um lugar bonito
Eu quero sentir o vento da liberdade
Com toda a pureza e sinceridade
Eu quero ver um mundo feliz
Onde todos digam “eu quero bis”
E que não seja apenas vontade
Que haja empenho com muita verdade
A onde as pessoas possam compreender

Que apesar de tudo no final da história todos vamos morrer.
Bruno Souza

quarta-feira, 8 de julho de 2015

Lembranças e Pensamentos

Tenho tido tantos pensamentos ultimamente,
Coisas que me vem a cabeça assim tão de repente,
São pensamentos, não obscuros, porem preocupantes,
O passado, o presente, o futuro...
Pensamentos até que fazem de mim um pouco mais maduro,
Mas que me ocupam um grande espaço de tempo,
Que me machucam um pouco,
Por terem lembranças que o passado se faz presente,
Amores esquecidos, hoje já substituídos,
Amigos, velhos amigos que hoje não se tem mais noticias,
Pessoas que pelo tempo ser indelével, já mais segurou,
Gente do bem, muitos amigos que a vida não poupou,
Olhares vazios que hoje por tempo observando que se há tempo...
Que nem tão pouco se vai sem deixar marcas como o vento,
Que se iludi ele mesmo porque até o vento deixa sua marca na areia,
Como o sangue que dentro de nós escorre deslizando por cada veia,
Faz brotar ainda com mais força um certo amor de bobeira,
Que é bom que se avise não por uma sereia,
Mas enfim... Isso são pensamentos como aqueles que a gente tem,
Quando deita em uma rede com o balanço do vento, se faz refém,
Um motivo pra ficar ali por mais uns minutos que se estendem por horas,


Até o escurecer da noite ou clarear do dia!
Bruno Souza

terça-feira, 7 de julho de 2015

Amor pelo que sou

Aos leitores aqui vai um recado,
Tenho respeito as prendas de todo Rio Grande e todo Brasil a fora,
Um gosto por todos dizendo até ser mesclado,
Respeito todas as etnias, preto, ruivo, claro ou pardo,
Tenho por todos estimas e uma certa afeição,
Mas me perdoem os gaúchos e gaúchas de plantão,
Por que por opção escolhi ser do jeito que sou sem perder a tradição,
Mas quem roubou meu olhar foi um rapaz dono d
o meu coração!
 Bruno Souza

sexta-feira, 26 de junho de 2015

Amar


Amar...
Amar, é andar por um caminho florido, colorido, divertido, arriscado, complicado...
Amar é sentir na pele o pulsar forte do coração, é ver o mundo com olhos alegres...
É fazer de todas as coisa e de todas as pessoas motivos pra sorrir,  botar o rosto no vento e deixar fluir os bons pensamentos e a positividade que o ar nos traz...
Amar é se entregar as aventuras, ao delírio, as loucuras, é viver os momentos com intensidade, com de terminação...
Amar é ter vontade acordar todo dia sorrindo da bom dia pra vida,
dizer ao tempo chuvoso que ele é um máximo...
Amar, é não ter medo da vida, é dizer as dificuldades que você é mais forte
e que tudo vai valer a pena
é mostrar pro seu desafio que não há guerra sem batalha
não há vitória sem luta,
amar...

Bruno Souza

Velhos Tempos

Saudade, HAA saudade!
Saudade daqueles velhos tempos de criança,
Deitar no colo da mãe e poder adormecer com toda confiança,
Saudade das risadas dos olhares inocentes,
Saudade das coisas que pareciam mais coerentes,
Das pessoas sem interesse e com mais amor,
Das comidas feitas com carinho que mudava seu sabor,
Saudade do mundo de como tudo girava,
Em que nem tudo se questionava,
Em que o preconceito era menos valorizado,
Em que pobres e ricos não se menosprezavam,
O mundo era feliz do jeito que estava,
Sem essas mudanças que ninguém esperava,
Saudade.... De um mundo de verdade.
                                              

                        Bruno Souza

sexta-feira, 19 de julho de 2013

O que eu sinto...



já perdoei erros quase imperdoáveis, tentei substituir pessoas "insubstituiveis". Já fiz coisas por impulso, já me decepcionei com pessoas quando nunca pensei que fossem me decepcionar... Mas também já decepcionei alguem. Já abracei pra proteger, já dei risada quando não podia, fiz amigos eternos! Amei e fui amado, mas também já fui rejeitado... já fui amado e não amei, já pulei gritei de felicidade, já vivi de amor e fiz juras eternas... "QUEBREI A CARA" Muitas vezes!! Já chorei ouvindo musica e vendo fotos (ainda faço, confeço)... Já liguei só para ouvir uma voz... Me apaixonei por um sorriso... Já pensei que iria morrer de tanta saudade e tive medo de perder alguem especial! Mas vivi! E ainda vivo!!!

Não passo pela vida... E se você também não deveria passar... Vivaaa!! Bom mesmo é viver a vida com determinação, abraçar a vida e viver e viver com paixão, perder com classe e vencer com ousadia, por que o mundo é pra quem se atreve e a vida é muito para ser... INSIGNIFICANTE!!!!]


                                                                            Bruno Souza



quinta-feira, 11 de abril de 2013

Vida?

Vida...
Mistura de lógica fato e consequências,
Vida...
Envolvimento de pessoas, seres da mesma sociedade, da mesma espécie, do mesmo gênero,
Vida...
"Sentimentos capacitadores de andar, falar, raciocinar(para alguns é claro), sentir, refletir, errar, corrigir, acertar, renovar, inovar, viver e viver,
Vidaaaa...
O que? Onde? Quando? Quem? Por que? É? Não? Vai? Vem? Aqui? La? Sera? Sabe? Ãããã?
Vida...
Gritar, chorar, pular, cantar, pensar, sorrir, fazer, desfazer, escrever, filosofar, ou a mesma dita, já é uma filosofia? ou tudo é como é , e é como sera?
Vida...
Inexplicável? explicável? incontável? contável? comentável? "incomentável"? incomplexo ou complexo?
Vida...
Se, e somente se, nada da vida tens, tudo da vida terás, se nada da vida vives, nada da vida veras, se, da vida faz a tua vida toda, com certeza toda vida sera tua!!

Bruno Souza

sábado, 23 de março de 2013

Amigos


As palavras doem mais,
que uma flecha na alma,
não vá se espetar com os espinhos da vida...
pense no que eu já se fiz,
e no que podemos fazer...
Eu já tive pior,
e conseguir vencer...
Não foi por acaso que voltei,
perdi muita coisa por errar...
E admiti que errei,
pedi mil perdões e perdoei...
Venha cá vamos conversar,
não podemos mais brigar,
Eu amo você por ser meu irmão..
Deixa disso e me aperte a mão,
Somos amigos e não vamos brigar,
isso não é coisa de irmão...  

Por que???


Me vejo em uma estrada,
caminhando só e falando com as estrelas...
O vento brisado com poeira,
me acompanha constantemente...
Pássaros, morcegos, ruídos estranhos...
Atormentam meu pensamento.
 A solidão não consola,
mas ajuda a ensinar a caminhar sozinho,
o que me rodeia são pedras, poeira, vultos e sombras...
o silencio não chega a ser completo,
por causa do som da televisão,
as horas parecem não passa e a imaginação flutuar...
Ou passar rápido demais para o sub-consciente...
A angustia de olhar para o lado e não ver ninguém...
Cabeça baixa... Lagrimas caindo...
E uma unica pergunta...
Por que?? Pooor Queeee....?
Nem a pergunta sabe o motivo dela...
Nem as respostas sabem que existem!  
Bruno Souza

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Menina Bonita

o que sera do sentido sem você?
 o que sera da razão sem te ver....
 o que sera de mim sem você?
 o sol não brilha,
 a lua não aparece,
 a noite não escurece,
 e o dia?..... não amanhece!!
 A chuva não cai,
 o vento não sai,
 o tempo parou...
 você fala uma palavra e....
 o tempo acelera,
 o vento saindo,
 a chuva caindo,
 o dia amanhecendo,
 a noite escurecendo,
 a lua aparecendo,
 e o sol? brigando com você pra ver quem brilha mais...
 Pena que ele não sabe que perto de você,
 ele parece umas simples estrela,
 que mal clareia um centímetro no céu!!
Bruno Souza

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

Duvida Frequente



 Não querer ou querer de mais,
Quando querer não tem como mais,
Como pensar se não tem como mais querer,
Partir sem querer partir,
Quando partir é obrigado,
E não, querer ou deixar de querer,
Quero tanto e tantas coisas que às vezes,
O querer não quer nada,
Quero e não posso querer,
E também, porque querer tanto assim?
Sendo que o querer me faz também quere bem,
Quero medo, mas quero a coragem pra enfrentar o medo,
Quero críticas, mas quero o certo pra destruir as criticas,
Quero a liberdade, mas também o sábio saber para administra La,
Quero a vida, como num jantar no hotel mais luxuoso do mundo, com todos os acompanhamentos de direito,
"quero a morte como uma gaivota: suave, serena e feliz"!
Bruno Souza

Sol e vento


O vento sopra... As arvores balançam, as folhas caem, o vento em seu dançar inquietante, não para de assoviar, as folhas secas no chão, se arrastando de um lado para o outro sem parar, fazem um barulho agonizante, os cachorros uivando, deixam a pacata cidade do interior, com cenário de faroeste, o que quando amanhece muda completamente para um campo florido, um povo simpático e acolhedor, carinhoso e humilde, que pega no batente antes de o sol sair brilhando de trás do mar, e que quando é hora de almoço, ilumina ardentemente suas cabeças, para lhes avisar que é hora de descansar, e no entardecer se despede sorrindo alegremente para no outro dia voltar, e o vento, da sua revira volta e começa a bailar e assoviar novamente, e em sua companhia, à lua e suas estrelas pequeninas e brilhantes, tudo isso em dias e noites de verão, e quando termina esta quente e ardosa estação brota o amor no coração!
Bruno Souza

Barco da vida



Ao som do mar eu vou,
As ondas me trazem de volta,
O vento que sopra me leva,
A chuva que cai me trás,
O peixe que me faz ir,
A fome que me faz voltar,
O dia lindo e o cheiro do mar que me expiram,
A noite fria e o ar gelado q não deixam sentir o cheiro de nada,
E nesse balançar de indecisões,
Vou remando meu barquinho,
Para um futuro bem melhor!
Bruno Souza

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Algo parecido!



Sentimento desnecessário...?
Mágoa.
Sentimento minimamente necessário...?
Carinho.
Sentimento muito importante...?
Amor.
Fútil...?
Abominável... Isso não é sentimento.
Coisas básicas para se viver bem...?
Tudo no infinitivo, amar, perdoar, crer e sorrir.
Amigos...?
Cuidado.
“Paixonite”...?
Mergulhe.
Minha vida...?
Deixa que eu cuido!
Bruno Souza

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Brincadeira Perigosa



Brinquei com o tempo de esconde-esconde a vida toda...
Mas o tempo já me achou e não consigo mais me esconder.
 Brincadeira perigosa e com conseqüências...
Bruno Souza

Construção


Enquanto todos faziam a sua história,
Eu cavava meu buraco...
Enquanto todos sorriam,
Eu chorava em frente ao valo que eu mesmo cavei...
Enquanto todos se divertiam,
Eu procurava me esconder da felicidade...
Enquanto todos viviam,
Eu tentava não viver...
Neguei a vida e a felicidade pra mim mesmo,
Por muitas e muitas vezes...
             “Hoje eu tento repara,
               Tudo que foi danificado,
               E ou machucado...
               Vou tentar reconstruir,
               O que foi destruído...
                E vou tentar construir
                Mais alguns sorrisos!”
Bruno Souza

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Tinta do papel



São elas que me revelam...
Elas que fazem de mim, o que eu sou...
Escrevo com elas, penso com elas e sinto com elas,
Muitas vezes, já falei com elas, outras tantas as desperdicei,
Mais ainda...
Algumas delas joguei fora por não serem minhas, verdadeiramente minhas...
Outras não formaram tinta boa para o papel...
Outras saem por não quererem ficar dentro de um corpo,
Sem alma e com muito peso na consciência...
Sinto falta quando não as tenho,
Mas não me dou por contente, quando vem sem avisar,
Mas quando não as tenho...
Desespero-me! Pois essas lágrimas, são a tinta do meu papel, e eu sou a caneta
Que precisa ser molhada para rabiscar o papel branco...
Autor: Bruno Souza

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Sofrer


Como se não bastasse sofrer...
Tenho que sofrer calado e só...
A amplitude do meu sofrimento é tamanha,
Que me sinto quase que obrigado,
A falar para quem quer que seja,
Ou pra quem quer que ouça...
 Nem sempre sou recebido de ouvidos abertos...
                        Bruno Souza

Mês de Abril


Peço a todos muita atenção e muito cuidado com esse texto, faz parte da minha atual situação emocional e também minha, triste penúria familiar. Esse texto mexe muito comigo, é um texto forte e triste.

 
E vale a pena, me diz?
Um dia ou dois feliz,
E o resto do ano infeliz,
Me diga por que acabou?
Me explique porquê sua palavra não honrou ?
Me conte o por que me deixou?
Não entendo você, mas entendo por que não me amou,
Você me iludiu, me traiu e me vendo caído sorriu,
Não conte, não fale, não diga, mas não se esqueça,
Você me gerou e também me traiu,
Vou morrer te chamando de PAI, sem me esquecer,
Do final do mês de abril...
                         
                        Bruno Souza

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Antigamente



Que vontade, que vontade que me dá,
De sair a pular e a gritar,
É um desejo muito insano que não tem como explicar,
Sair sem rumo certo sem ter hora pra voltar,
Perder-me pelo caminho para depois eu me encontrar,
Correndo atordoado como um cão a farejar,
Sem razão, mas com sentido, ter alguém com quem brincar,
E voltar aos velhos tempos sem problemas a contar,
Sem ter ódio livre e solto só com gente para amar,
São heranças de criança que vontade de chorar!
Bruno Souza

Quando a chuva cai



É um dia frio de inverno... Onde não há mais nada além de um céu cinzento e pingos de chuva caindo. Junto com eles, minhas lágrimas também caem! São lágrimas de desespero... Pois quando eu percebi... Já é tarde demais. Mil coisas aconteceram ao meu redor e eu não as percebi porque estava muito ocupada carregando a dor de ver o que nem começou próximo de ter um fim, sem poder fazer nada para impedir. Tudo bem se aqueles planos não deram certo... Mas agora eu enxergo a onde ocorreu o erro, e espero que da próxima vez nada de errado aconteça. Certas pessoas pensam que o meu coração é de ferro, que não se abala por nada, mas não. Ele é igual ao de todos, ele também sofre muito. Fico pensando se ainda preciso fingir que eu sou feliz... Acho que não tenho mais motivos pra permanecer com isso! Enquanto a chuva cai, há um delírio dentro de mim, com o qual não sei como lidar. Eu deixarei que o tempo se encarregue de fazer com que eu me esqueça de tudo isso, pois sei que nele eu posso confiar. Por alguns segundos eu tenho esperança de viver em um mundo melhor, onde existam pessoas que me compreendam, onde tudo isso fique para trás e não passe de más lembranças de um tempo distante. Mas enquanto isso não acontece, realmente, o que me resta é sonhar!
Autora: Helena Lopes
Correção ortográfica e gramática: Bruno Souza

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Condoída insensatez



A minha insensatez não me deixa pensar tranquilamente...
À noite na cama não me deixa descansar em paz,
Algo equivalente ao meu ser indigno de pensar.
Às vezes tenho a sensata impressão que estou desligado do mundo,
Ao voltar ao sentido percebo que essa condoída insensatez,
Condiz com meu estado emocional,
Que por eiras e beiras vai mal.
Meu cérebro trabalha noite e dia para tentar entender o porquê.
O fluxo de perguntas na minha cabeça,
É alto de mais para o real fluxo de respostas.
O que fazer para deixar de me condoer?
Não há nada a fazer, porque...
 O problema sou eu.
 Bruno Souza

sábado, 8 de setembro de 2012

A beleza do dia!


Hoje raiou o dia,
E o sol me deu bom dia,
Pássaros voam ao longo do dia,
A noite descansam,
Para decolar no outro dia,
O sol nasce na manha da manhã,
De cada dia,
E se põe no entardecer,
De todos os dias,
Todos os dias,
Palavras ao vento são jogadas,
E o vento em suas rabanadas,
Sai a espalhá-las por todo dia,
Tantas coisas ocorrem ao redor do dia,
E seu dever mais uma vez,
É brilhar por todo o dia,
Que dia lindo é, que lindo dia é,
Quem será dia,
Sempre lindo dia será!
Bruno Souza

Juventude!


Pensar, pensar e pensar, pra que? Você anda na linha o ano, o mês, o dia todo, sua recompensa? Uma armadilha, uma emboscada, ei, ei... E ai a raiva toma conta, até mesmo pelo fato de não estar entendendo nada, nada... Nada... Nada... Incompreensível, hã... ignorante, abominável, arrogante... Tantas coisas surgem nessas horas, me saio a explodir, gritar, xingar... Depois de liberar toda essa energia negativa, que se guarda dentro de mim, vem o silêncio... “Pensatividade” (pensar gradativamente, consequentemente, seguidamente... Que dá continuidade ao que se está pensando.), incomplexidade. E aí, o que vai ser? Seguir ou desistir? Nunca, nunca desista.
“Ninguém desiste, ninguém vai desistir, ninguém nunca desistiu!”
 Desistir é uma mera, fraca, boba e sem sentido nenhum, “ideia-abandono”. É um enfraquecimento mental, espiritual, sentimental, por isso, digamos que, “a desistência é fruto da imaginação, é uma alucinação.” É quando o cérebro, bloqueia a capacidade, e desbloqueia a incapacidade... E quando se perde a capacidade, o que aparece? Temos que ter coragem e firmeza, a vontade de desafiar, a perseverança, positividade do que se está fazendo, e o mais importante: “A certeza de um futuro melhor”.
Bruno Souza

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Liberdade, libertado, libertino!



Mas do que, ou com que se importamos nós sem ter liberdade?
A liberdade é um prefixo, do que queremos, do que vamos fazer...
“A liberdade é exemplo de felicidade”, e que para o bem de todos, óbvio,
Devemos saber usá-la, para que essa liberdade não se torne um presente,
Para a escuridão, e também que não façamos, dessa liberdade uma invasão,
“A liberdade nos dá o direito de ser livre!” mas como toda, tem seus limites.
  “Recado dado... Compromisso marcado!”
Bruno Souza

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Ando devagar


Ando devagar por que já tive presa, 
e levo esse sorriso, 
por que já chorei demais...
             "Almir Sater"

Solidão



Por uns instantes faço uma viagem,
Em um horizonte desconhecido...
Gentes, gestos, sorrisos, vozes,
Tudo para mim desconhecido,
Em um instante momento, penso:
“O que eu estou fazendo aqui?”
A resposta me vem numa fração de segundos:
Mais uma vez perdido... E só.
Ninguém que eu conheça, ou que eu possa falar.
Na verdade, não tinha ninguém, e eu? Nada a falar.
Perdi as palavras no caminho dessa viagem,
E não sei voltar para resgatá-las.
 Este poema dedico aos meus amigos, e eles sabem que são eles no momento em que ler.
 Bruno Souza

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Oitenta e janeiros



Sinceridade no olhar, raciocínio lento, devagar,
São pessoas com mais de 80, muita historia pra contar,
Muitas lembranças que vem lá do fundo da cabeça,
Que mal ou bem, triste ou alegre, nunca se esqueça,
A idade chegando, e a solidão vem junto,
Pra avisar que a idade esta chegando,
Pelas ruas com olhares pra baixo, segue caminhando,
Pensando na vida e o que fez pra estar tão só,
Nessa certa idade, se perde a razão, e o mundo parece dar um nó,
O descaso consigo mesmo, e as amarras da razão,
Se desfazendo a cada dia, pensando o que será no outro dia,
Levanta-se cedo, bem de “manhãzinha” pra olhar o sol,
Regar o jardim, e fazer o que lhe resta...
Sentar a cadeira de balanço, com sol batendo no rosto.
Bruno Souza

domingo, 2 de setembro de 2012

Sonhar!



Perco-me em meio a corredores gelados e longos,
Vazios e com sons estranhos, risos, conversas embaralhadas,
Confuso e com medo,
Caminho entre e ao meio de sombras,
Vultos ao meu lado fazem com que minha imaginação se expanda,
Tudo parece um sonho, uma coisa surreal,
Milhões de perguntas na cabeça, muitas sem resposta,
Pareço sobre o efeito de álcool ou algum tipo de droga,
O que parece ser loucura, pra mim é um sonho,
Que quando eu acordar,
A tontura e a imagem ofuscada se definirão e andarão em ritmo normal.
Bruno Souza

Profissões!



Com 10 anos... Fui artista!
Com 16... Fui escritor!
Com 18... Fui sambista!
Lá nos 20...  Fui professor!
Das tantas profissões que tenho,
A melhor que me empenho,
É de escritor com muito engenho,
"Fiz com a arte, o escrever,
Fiz do samba, profissão."
(Esta poesia foi inspirada em uma musica do cantor Martinho da Vila)
Bruno Souza

sábado, 1 de setembro de 2012

Conversa com destino


Destino: - Do que mais tem medo na vida?
Pessoa: - Hum! Do destino e da coincidência!
Destino: - E isso faz diferença?
Pessoa: - Não muita... Mas toda a diferença! Hahaha
Destino: - Por que do destino?
Pessoa:- Porque é algo previsível para o sobrenatural, mas imprevisível para nós!
Destino: - E a coincidência?
Pessoa: - Nossaaaaaaa! Quem nunca ouviu aquela frase: “Que coincidência!” Ou ”É! Coincidências acontecem”!
Destino: - Hum! Mas será que tudo na vida é assim?
Pessoa: - Não sei! Só vou saber depois de morrer... Mas tomara que demore bastante, porque eu não quero saber tão cedo!
Destino: - Mas tem certeza que precisa morrer para saber?
Pessoa: - Sinceramente? Não sei! Mas é simples, junte o “fato” e o “óbvio”, e forme o “fato óbvio!”
Destino: - Mas por que você tem tanto medo de mim, e faz tantas comparações estranhas?
Pessoa: - É simples! Tudo que eu penso e que digo que vou fazer, você da um jeito de fazer totalmente ao contrário.
Destino: - Hahahahaha... Você coloca a culpa em mim por causa de tudo, por que você não esquece um pouco de mim?
Pessoa: - Mas credo! Você que não me esquece... Se liga pô!!!
  Se você esperar por essa conversa, vai ficar muito tempo esperando, porque esse diálogo, leva o um tempo exato de uma vida, muitas perguntas, muitas respostas, muitas duvidas, em fim “viverás e verás!”
Bruno Souza

Tempo?

Será que o nosso raciocínio não acompanha o tempo?
ou o tempo não espera o nosso raciocínio? 
   Bruno Souza

Quando acaba a ilusão da vida


Perdido no vale dos encantos da vida,
Sentei-me a pensar, o que fazer, para onde ir?
Uma criança me olhando nos olhos começou a sorrir!
Mas uma vez pensei, que não seria nada sem sentir,
Pus-me no lugar daquela criança,
Com os olhos brilhando, cheia de esperança,
Voltei a variar, com minhas andanças,
Pelos becos e ruelas da cabeça e do coração,
Senti em meus ombros, uma pressão,
O peso todo de uma vida, de carinho e atenção,
Que por um motivo cruel do destino,
Me tirou e me deixou sem coração.
Bruno Souza

Resto de um homem



Sozinho, entre paredes altas e escuras, me deparo com minha pior inimiga... A solidão. Agonia, tristeza, baixo astral, tudo isso faz com que, eu me perpetue em meu silêncio incômodo e absurdo, irritante para muitos e sarcástico para mim.
  Hã? Me deparo com tamanha ignorância, de me calar, quando o mal todo é por ficar calado, a vontade de sair e explodir é tanta, mas creio que o silêncio irá me ajudar a ouvir mais e a aprender um pouco, com experiências alheias, sinto o sangue ferver e a pele esquentar em temperatura “escaldante”, e a solução que me vem a cabeça não é procurar por água, e sim deixar derreter, pele, carne e osso, para que a terra absorva esses resíduos podres e brote dali uma nova vida!
Bruno Souza

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

"A vida como ela é"


Tudo parece dar errado, tudo aquilo que tu passaste tempos e tempos planejando vai "pro espaço", o dia já começa com uma notícia ruim. E também tem as sacanagens do coração, que te faz de boba e escolhe aquela pessoa totalmente errada pra amar, enquanto aquela pessoa certa ta ali, só te esperando pra vocês serem felizes juntos. Mas ao invés disso, tu vais lá e cai na conversa furada desse cara que não sabe te dar valor. O tempo vai se passando, e tu fica ali, vendo os dias passarem tendo a esperança de um dia ter alguma chance. E quando tudo parece estar perdido, um novo dia vem, e junto com ele vem uma renovação, que te faz esquecer de todas essas coisas, muda teu humor e teu astral, até uma nova fase ruim chegar. É, bem-vindos a vida real, cheia de altos e baixos.
Helena Lopes

Hipocrisia NÃO!


Se alguém já lhe ajudou e não pediu mais nada em troca, pense bem, pois pode se encontrar ai, um dos mais bonitos gestos de bondade. Ajudar é um dom muito raro hoje em dia e muitas vezes custa caro, vivemos em um país de fome,  onde esta a ajuda numa hora dessas? Estão pensando no que vão pedir em troca! Se pararmos para pensar, a coisa mais bonita que podemos receber em troca da ajuda, é a amizade daquela pessoa, ou simplesmente ouvir um ''obrigado'' vindo dela. Com certeza esse é um grande segredo de como cativar alguém.
Se cada um de nós tentarmos cativar as pessoas, nosso mundo não seria repleto de pessoas sofrendo de carência, ódio, rancor…
Helena Lopes

Voar, Sonhar, Pensar e Viver!


Voar alto como os pássaros e sonhar como uma criança!
Sim! Sim! Sonhar é a alma da vida, viver é a alma do sonho
Pensar, pensar, pensar, que nada! Viver, viver e viver.
Bruno Souza