sexta-feira, 10 de julho de 2015

Dia do bem


Hoje o dia veio vibrante
Com tanta gente do bem
Isso chega a ser arrepiante
Ouvi versos apaixonados
Cantigas de violão dos tempos passados
Não vi ninguém se lamentando
Nem tão pouco chorando
Foi um dia como a tempos eu não via
Mas que pena que esse dia era eu quem escrevia
Podíamos nós fazer valer

E por em pratica esse dia!
Bruno Souza

quinta-feira, 9 de julho de 2015

E no final da história...


Eu quero apenas a luz do infinito
Que me deixe em paz em um lugar bonito
Eu quero sentir o vento da liberdade
Com toda a pureza e sinceridade
Eu quero ver um mundo feliz
Onde todos digam “eu quero bis”
E que não seja apenas vontade
Que haja empenho com muita verdade
A onde as pessoas possam compreender

Que apesar de tudo no final da história todos vamos morrer.
Bruno Souza

quarta-feira, 8 de julho de 2015

Lembranças e Pensamentos

Tenho tido tantos pensamentos ultimamente,
Coisas que me vem a cabeça assim tão de repente,
São pensamentos, não obscuros, porem preocupantes,
O passado, o presente, o futuro...
Pensamentos até que fazem de mim um pouco mais maduro,
Mas que me ocupam um grande espaço de tempo,
Que me machucam um pouco,
Por terem lembranças que o passado se faz presente,
Amores esquecidos, hoje já substituídos,
Amigos, velhos amigos que hoje não se tem mais noticias,
Pessoas que pelo tempo ser indelével, já mais segurou,
Gente do bem, muitos amigos que a vida não poupou,
Olhares vazios que hoje por tempo observando que se há tempo...
Que nem tão pouco se vai sem deixar marcas como o vento,
Que se iludi ele mesmo porque até o vento deixa sua marca na areia,
Como o sangue que dentro de nós escorre deslizando por cada veia,
Faz brotar ainda com mais força um certo amor de bobeira,
Que é bom que se avise não por uma sereia,
Mas enfim... Isso são pensamentos como aqueles que a gente tem,
Quando deita em uma rede com o balanço do vento, se faz refém,
Um motivo pra ficar ali por mais uns minutos que se estendem por horas,


Até o escurecer da noite ou clarear do dia!
Bruno Souza

terça-feira, 7 de julho de 2015

Amor pelo que sou

Aos leitores aqui vai um recado,
Tenho respeito as prendas de todo Rio Grande e todo Brasil a fora,
Um gosto por todos dizendo até ser mesclado,
Respeito todas as etnias, preto, ruivo, claro ou pardo,
Tenho por todos estimas e uma certa afeição,
Mas me perdoem os gaúchos e gaúchas de plantão,
Por que por opção escolhi ser do jeito que sou sem perder a tradição,
Mas quem roubou meu olhar foi um rapaz dono d
o meu coração!
 Bruno Souza